Storytelling


A Lâmpada do Anjo Ariel
Eu estava em um sono profundo naquela noite. Uma noite silenciosa por fora, mas devastadora por dentro. Horas antes, meu coração estava mergulhado em uma depressão intensa, pesada, daquelas que esmagam a alma. Pensamentos sombrios rondavam minha mente, pensamentos de desistência, de fim, de não querer mais continuar vivendo. Eu havia chegado a um limite invisível. Foi então que o sonho começou. Vi-me deitado exatamente como estava, no mesmo quarto, na mesma cama. A atmosfera mudou de repente, como se o ar tivesse se tornado mais leve. Um anjo apareceu na ponta da minha cama. Ele estava em pé, imóvel, apenas me observando. Não disse uma única palavra, mas sua presença falava mais alto do que qualquer voz. Dele emanava uma energia tão pura, tão serena e acolhedora, que todo o peso que eu carregava começou a se dissipar. Naquele instante, era impossível sentir medo, tristeza ou desespero. A paz era absoluta. Sem dizer nada, o anjo se aproximou. Com um gesto calmo e preciso, ele colocou a mão dentro do meu peito — não senti dor, nem medo. Era como se minha alma estivesse sendo tocada diretamente. De dentro de mim, ele retirou uma lâmpada fluorescente. Dentro dela havia um líquido vermelho, denso, que parecia carregar tudo aquilo que me consumia: dor, angústia, tristeza, pensamentos de morte. O anjo observou atentamente aquele líquido, como quem analisa algo que já compreende profundamente. Em seguida, quebrou a lâmpada com a própria mão. Os cacos caíram no chão e o líquido vermelho se espalhou, escorrendo lentamente, como se estivesse sendo definitivamente descartado. Então, ele abriu o seu manto — ou casaco — e retirou de dentro dele outra lâmpada fluorescente. Esta era diferente. Em seu interior havia um líquido verde, vivo, luminoso, pulsante. Um verde que transmitia vida, esperança e renovação. Com o mesmo cuidado, ele colocou essa lâmpada dentro do meu peito, ocupando o espaço que antes estava vazio. Senti algo que nunca havia sentido antes: leveza, clareza, vontade de viver. Sem dizer uma palavra, o anjo se afastou. Sua imagem começou a desaparecer lentamente, como luz se dissipando no ar, até sumir completamente. Então acordei. Ao despertar, senti-me renovado. A opressão havia desaparecido. O peso que me acompanhava havia sido removido. Por algum motivo que não sei explicar racionalmente, tive a certeza de que aquele ser era o Anjo Ariel — enviado para me libertar, restaurar e curar algo profundo dentro de mim. Não apenas a mente, mas a alma. Desde aquela noite, compreendi que nem toda cura acontece de forma visível. Algumas acontecem no silêncio dos sonhos, onde o espiritual toca aquilo que o humano já não consegue mais alcançar.

Autor: Jhonatan Welinto De Souza

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Fuga sangrenta
A chuva batia forte no Fuga sangrenta A chuva batia forte no para-brisas do ônibus amarelo, fazendo o vidro ficar um emaranhado de gotas que dificultava a visão do motorista. Dentro, trinta homens – os mais perigosos da Papuda, alguns com histórias de violência que faziam até os guardas se arrependerem – estavam acorrentados pelas pernas, um ao lado do outro, em silêncio pesado. A discussão que tinha explodido na prisão havia sido tão feia, tão perigosa, que o governo decidira transferi-los de qualquer jeito, mesmo com o tempo ruim. “Calma, mano, a gente chega em Curitiba daqui a algumas horas”, sussurrou um dos presidiários para o vizinho, mas ninguém acreditava muito. O ônibus ia rápido, deslizando em algumas partes da estrada que já estava enlameada. E então, o pior aconteceu: um caminhão de carga, que vinha na contra-mão tentando evitar um buraco, bateu de frente com eles. O ônibus deu várias voltas no ar antes de capotar e rolar por uma ribanceira, caindo em meio a uma floresta densa, tão profunda que nem se via o céu. Quando a poeira baixou, o motorista estava sem vida. Os presidiários gritavam, se debatendo nas correntes, até que um dos mais astutos conseguiu alcançar a chave que estava no bolso do motorista. Com esforço, abriu as correntes de todos. “Não podemos voltar para a estrada – a polícia já deve estar vindo”, disse o líder do grupo, olhando para cima, onde se via o rastro do acidente. “Vamos atravessar a floresta. Se seguirmos em frente, talvez cheguemos na Argentina em alguns dias.” Eles começaram a andar, tropeçando em raízes, se arrastando por matos. A noite chegava rápido, e a floresta ficava mais escura ainda – um escuro que parecia ter vida própria. O som dos pássaros sumiu, e só ouvíam o barulho de seus próprios passos e o sussurro do vento nas árvores. Até que, do fundo da mata, veio um som diferente: um uivo longo, profundo, que fazia a pele deles arrepiarem. Não era o uivo de um cachorro, nem de um lobo – era algo maior, mais feroz. “O que é esse barulho, cara?”, perguntou um dos presidiários, com a voz trêmula. Ninguém respondeu. Eles continuaram andando, mas o uivo voltou, mais próximo dessa vez. De repente, viram um brilho nos olhos entre as árvores – dois pontos vermelhos que brilhavam na escuridão. O som de patas grandes batendo no chão se fez ouvir, e então, uma figura enorme apareceu: alta, peluda, com cabeça de lobo e corpo de homem, dentes afiados e garras prontas para atacar. Os presidiários, homens que não tinham medo de nada na prisão, agora tremiam de terror. O lobisomem deu um salto em direção a eles, e a floresta ecoou com seus gritos… …. Os quinze presidiários correram como loucos pela floresta, ouvindo os gritos dos outros quinze sendo devorados pelo lobisomem atrás deles. O som dos dentes e das garras era tão próximo que fazia o sangue deles gelar. Até que, entre as árvores, apareceram as paredes de uma casa – não muito velha, mas com aspecto abandonado, e um pomar ao lado cheio de frutas maduras. Lá, pegando maçãs, estava uma mulher de roupas de camponesa – cabelos castanhos soltos, rosto bonito, porém com as mãos duras do trabalho. Quando viu os homens sujos, sangrentos e desesperados, ela tentou fugir, mas eles correram e a agarrou. “Fica quieta, mulher! Se gritar, a gente te mata agora mesmo”, disse o líder, apertando o braço dela com força. Eles a levaram para dentro da casa, que tinha um fogão de lenha, algumas cadeiras e um armário com utensílios de cozinha. “Faz comida pra gente – a gente está faminto”, ordenou outro. A mulher tremia, mas fez o que pediram, mexendo na panela com as mãos trêmulas. “Essa casa vai nos proteger daquele monstro”, disse um dos presidiários, olhando pela janela para a floresta escura. “Contudo a gente não vai esperar que ele venha aqui de novo. Precisamos de armas.” Eles começaram a vasculhar a casa e o quintal: encontraram uma espingarda com algumas munições, um rastelo grande, um pé de cabra, uma marreta e um machado afiado. Cada um pegou um objeto, se preparando. “Aquele bicho matou quinze dos nossos”, disse o líder, acendendo um fósforo para ver melhor a espingarda. “Hoje à noite, a gente vai matá-lo.”

do ônibus amarelo, fazendo o vidro ficar um emaranhado de gotas que dificultava a visão do motorista. Dentro, trinta homens – os mais perigosos da Papuda, alguns com histórias de violência que faziam até os guardas se arrependerem – estavam acorrentados pelas pernas, um ao lado do outro, em silêncio pesado. A discussão que tinha explodido na prisão havia sido tão feia, tão perigosa, que o governo decidira transferi-los de qualquer jeito, mesmo com o tempo ruim. “Calma, mano, a gente chega em Curitiba daqui a algumas horas”, sussurrou um dos presidiários para o vizinho, mas ninguém acreditava muito. O ônibus ia rápido, deslizando em algumas partes da estrada que já estava enlameada. E então, o pior aconteceu: um caminhão de carga, que vinha na contra-mão tentando evitar um buraco, bateu de frente com eles. O ônibus deu várias voltas no ar antes de capotar e rolar por uma ribanceira, caindo em meio a uma floresta densa, tão profunda que nem se via o céu. Quando a poeira baixou, o motorista estava sem vida. Os presidiários gritavam, se debatendo nas correntes, até que um dos mais astutos conseguiu alcançar a chave que estava no bolso do motorista. Com esforço, abriu as correntes de todos. “Não podemos voltar para a estrada – a polícia já deve estar vindo”, disse o líder do grupo, olhando para cima, onde se via o rastro do acidente. “Vamos atravessar a floresta. Se seguirmos em frente, talvez cheguemos na Argentina em alguns dias.” Eles começaram a andar, tropeçando em raízes, se arrastando por matos. A noite chegava rápido, e a floresta ficava mais escura ainda – um escuro que parecia ter vida própria. O som dos pássaros sumiu, e só ouvíam o barulho de seus próprios passos e o sussurro do vento nas árvores. Até que, do fundo da mata, veio um som diferente: um uivo longo, profundo, que fazia a pele deles arrepiarem. Não era o uivo de um cachorro, nem de um lobo – era algo maior, mais feroz. “O que é esse barulho, cara?”, perguntou um dos presidiários, com a voz trêmula. Ninguém respondeu. Eles continuaram andando, mas o uivo voltou, mais próximo dessa vez. De repente, viram um brilho nos olhos entre as árvores – dois pontos vermelhos que brilhavam na escuridão. O som de patas grandes batendo no chão se fez ouvir, e então, uma figura enorme apareceu: alta, peluda, com cabeça de lobo e corpo de homem, dentes afiados e garras prontas para atacar. Os presidiários, homens que não tinham medo de nada na prisão, agora tremiam de terror. O lobisomem deu um salto em direção a eles, e a floresta ecoou com seus gritos… …. Os quinze presidiários correram como loucos pela floresta, ouvindo os gritos dos outros quinze sendo devorados pelo lobisomem atrás deles. O som dos dentes e das garras era tão próximo que fazia o sangue deles gelar. Até que, entre as árvores, apareceram as paredes de uma casa – não muito velha, mas com aspecto abandonado, e um pomar ao lado cheio de frutas maduras. Lá, pegando maçãs, estava uma mulher de roupas de camponesa – cabelos castanhos soltos, rosto bonito, porém com as mãos duras do trabalho. Quando viu os homens sujos, sangrentos e desesperados, ela tentou fugir, mas eles correram e a agarrou. “Fica quieta, mulher! Se gritar, a gente te mata agora mesmo”, disse o líder, apertando o braço dela com força. Eles a levaram para dentro da casa, que tinha um fogão de lenha, algumas cadeiras e um armário com utensílios de cozinha. “Faz comida pra gente – a gente está faminto”, ordenou outro. A mulher tremia, mas fez o que pediram, mexendo na panela com as mãos trêmulas. “Essa casa vai nos proteger daquele monstro”, disse um dos presidiários, olhando pela janela para a floresta escura. “Contudo a gente não vai esperar que ele venha aqui de novo. Precisamos de armas.” Eles começaram a vasculhar a casa e o quintal: encontraram uma espingarda com algumas munições, um rastelo grande, um pé de cabra, uma marreta e um machado afiado. Cada um pegou um objeto, se preparando. “Aquele bicho matou quinze dos nossos”, disse o líder, acendendo um fósforo para ver melhor a espingarda. “Hoje à noite, a gente vai matá-lo.”

Autor: Jhonatan Welinto De Souza

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A observação é um fator curioso quando se trata do ser humano.

Nunca descobri nenhum ser mais interessante do que o próprio homem. Ao observá-lo, percebo que muitas de suas vidas pacatas, vazias e sem sentido não são assim por falta de recursos, mas por se sentirem sem rumo.

Não se trata de dinheiro, trabalho ou fama. As pessoas, na mesma intensidade com que se entregam a algo, desistem com facilidade. Enjoam rápido, simplesmente por perceberem que aquilo não preencheu o vazio que ainda carregam.

Surge então o desânimo automático, a tristeza persistente, a silenciosa vontade de se isolar. No caminho de volta para casa — “céu” — percebi que sempre falta alguma coisa. Talvez por isso existam perguntas que precisamos nos fazer para saber se estamos, de fato, dentro do nosso propósito:

Você trabalha com o que ama?

Tem uma família que realmente se importa com você?

Já encontrou o amor da sua vida?

Quais são, afinal, as respostas para essas perguntas?

Autor: Jhonatan Welinto De Souza

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Anjo Perdido

Eu represento as estrelas.
Marco o tempo,
brilho apenas em certos momentos.

Fui lançado à Terra
na tentativa de tocar-te de alguma maneira.

Tentei brilhar na escuridão,
mas você não quis olhar para o céu.

Desci um pouco abaixo das nuvens
e fiz da minha luz uma chama imensa em sua janela,
mas a janela estava fechada,
coberta por uma cortina escura,
e você sequer conseguiu notar.

Então, vim em forma humana
e renunciei o céu por ti.

Agora guardo um último truque nas mangas:
tocar-te com este poema,
para que somente o teu sorriso
me conduza de volta às alturas.

— J. W. Souza

Autor: Jhonatan Welinto De Souza

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2° atributo de Deus – Vida  Inicio

Vida Outro atributo de grandeza é o fato de Deus estar vivo. Ele é caracterizado pela vida. Isso é afirmado na Escritura de várias maneiras. É encontrado na afirmação de que ele é. Seu próprio nome “Eu Sou” (Êxo. 3:14)  Êxodos Cap. 3 | ARC 14 E disse Deus a Moisés: Eu Sou o Que Sou. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: Eu Sou me enviou a vós. Indica que ele é um Deus vivo. Também significa que a Escritura não discute sua existência. Ela simplesmente a afirma ou, com maior frequência,  simplesmente a pressupõe. Hebreus 11:6  Hebreus Cap. 11 | ARC 6 Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam. Afirma que “é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam”. Desse modo, a existência é vista como um dos aspectos mais básicos de sua natureza. Essa característica de Deus é proeminente no contraste muitas vezes traçado entre ele e outros deuses. Ele é descrito como o Deus vivo, em contraste com objetos inanimados de metal ou pedra. Jeremias 10:10  Jeremias Cap. 10 | ARC 10 Mas o Senhor Deus é a verdade; ele mesmo é o Deus vivo e o Rei eterno; do seu furor treme a terra, e as nações não podem suportar a sua indignação. Refere-se a ele como o Deus verdadeiro, o Deus vivo, que controla a natureza. “Os deuses que não fizeram os céus e a terra”, por ·sua vez,”desaparecerão da terra e de debaixo destes céus” (v.11).  Jeremias Cap. 10 | ARC 11 Assim lhes direis: Os deuses que não fizeram os céus e a terra desaparecerão da terra e de debaixo deste céu. Meio: Em 1 Tessalonicenses 1:9 I Tessalonicenses Cap. 1 | ARC 9 porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir ao Deus vivo e verdadeiro Traça-se um contraste similar entre os ídolos que os tessalonicenses haviam deixado e “o Deus vivo e verdadeiro”. Esse Deus não apenas possui vida, mas possui um tipo de vida diferente da vida de todos os outros seres vivos. Enquanto todos os outros seres vivos têm sua vida em Deus, ele não deriva sua vida de nenhuma fonte externa. Nunca se diz que ele tenha sido trazido à vida. João 5:26 diz que ele tem a vida em si mesmo. O adjetivo eterno é com frequência aplicado a ele, dando a entender que nunca houve um tempo em que ele não existia. Além disso, lemos que “no princípio”, antes que qualquer outra coisa viesse a existir,  Deus já, existia (Gên. 1:1). 

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Poema De Despedida

Um dia acordei e lembrei de você, Mas você não estava aqui comigo.
Por isso lembrei que faria falta,
E se eu pudesse voltar ao tempo eu voltaria…
Para te pedir perdão!!

Autor: Jhonatan Welinto De Souza

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CURIOSIDADES BÍBLICAS: DEIXE-ME PRIMEIRO IR SEPULTAR MEU PAI.”

Você sabe o que significa a expressão: “Deixa-me primei- ro ir sepultar meu pai” usado por um candidato a discípulo que queria tomar-se seguidor de Jesus?
A resposta de Jesus “deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos” (Mt. 8.21-22) ao futuro discípulo, a primeira vista parece um tanto severa.
Afinal de contas, não se devia permitir uma época de luto a um filho fiel? Talvez precisasse fazer os arranjos funerais, porém com toda certeza e probabilidade, o pai daquele homem na realidade não tinha morrido.
A expressão hebraica “permite-me sepultar meu pai” não quer dizer “meu pai acaba de morrer”.
Pelo contrário, era usado com a finalidade de adiar o pedido de alguém a um futuro indefinido.
O sentido geral desta expressão era o seguinte: “até que meu pai envelheça e morra, não posso atender ao seu pedido”.
Os que viajam pelo Oriente Médio afirmam que esta expressão idiomática é usada ainda hoje como forma de recusa educada.

Autor: Jhonatan Welinto De Souza

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“É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico nos céus”

Você sabe qual o significado da expressão proverbial usada por Jesus após o encontro com o jovem rico: “é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico nos céus”?
Durante séculos, os leitores têm-se incomodado com um dito tão implacável como este, e têm tentado tornar o camelo menor ou o fundo da agulha maior.
A teoria mais comum é a que diz que o fundo de uma agulha era o nome de uma porta baixa e estreita de Jerusalém, pela qual os camelos podiam passar, mas com dificuldade.
Alguns ainda acrescentavam que o único modo que os camelos podiam passar na porta era de joelhos. A conclusão lógica é que o único caminho pela qual o rico pode entrar no reino de Deus é de joelhos.
Porém, tudo isso não passa de conjecturas. Esta expressão hiperbólica utilizada por Jesus é uma expressão de exagero deliberado com propósito de causar efeito retórico. Ou seja, nesta expressão proverbial Jesus não diz ser impossível um rico ser salvo (Mt. 19.26), mais sim que, uma vez que tal pes­soa raramente percebe suas necessidades pessoais, com a mesma facilidade de um pobre, sua salvação se torna mais difícil.
A moral da história é a seguinte: ao declarar o rico Zaqueu salvo (Lc.19.9), Jesus consegue mostrar claramente que e mesmo “fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha”.
Por várias vezes Jesus fez o camelo passar pelo fundo de uma agulha: 1) O rico Zaqueu salvo (Lc. 19.1-10); 2) o rico Nicodemos salvo (Jo. 3.1-6; 7.50-52; 19.39); 3) o rico José de Arimatéia salvo (Mc. 15.42-46; Is. 53.9).

Autor: Jhonatan Welinto De Souza

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A querofobia é usada para descrever um comportamento curioso

pessoas que evitam sentir alegria. Não porque a felicidade seja assustadora em si, mas porque ela vem acompanhada de um medo silencioso, o de que algo ruim aconteça logo depois.

Em vez de aproveitar momentos positivos, o indivíduo se mantém em alerta, acreditando que a felicidade deixa vulnerável. É como se o cérebro pensasse: “se eu não me permitir ficar muito feliz, a queda não vai doer tanto”.

Especialistas associam esse padrão a ansiedade, experiências passadas negativas e crenças aprendidas, nas quais a alegria foi seguida por frustração, perda ou punição emocional. Por isso, a pessoa passa a se proteger evitando expectativas e emoções intensas.

A querofobia não é um diagnóstico oficial, mas descreve um mecanismo real de defesa emocional. No fundo, não é medo da felicidade é medo do que se acredita que ela pode custar.

Peça ao senhor Jesus para te curar desse medo e deixe o espírito Santo te guiar!

Autor: Jhonatan Welinto De Souza

Prece ao Senhor Jesus Senhor Jesus,

faz com que os amigos verdadeiros surjam nos dias de solidão e revolta.

Que os amigos verdadeiros cantem no coral da igreja, e que permaneçam firmes, como soldados de fé.

Que se defendam quando forem feridos, que se protejam mutuamente e enxerguem os falsos amigos com olhos de anjo e discernimento.

Que vejam uns aos outros belos como o Pai os vê, sem menosprezar ninguém, sem julgar pela aparência.

Que não sejam racistas, mas se levantem contra o racismo. Que saibam consolar na hora certa, como os anjos fazem.

Que contem histórias, que compartilhem dores e esperanças, que defendam seus irmãos dos inimigos e permaneçam presentes na Terra, não apenas no céu.

Que não sejam apenas anjos, mas também homens e mulheres maduros, com corações ensináveis, capazes de orar, ensinar a orar e interceder uns pelos outros.

Que sejam semelhantes a Ti, Senhor Jesus, sinceros como pai e mãe, sem vergonha da minha presença nem da minha companhia.

Que sintam Tua presença na vida daqueles por quem oram, para que a fé cresça a cada dia.

Que tragam novos amigos, que não invejem uns aos outros, que resistam aos truques do mal, que sejam amados em todas as estações e respeitem as escolhas alheias. Que tenham uma morte honrada e em paz e sejam agraciados por Ti, Senhor Jesus.

Senhor Jesus, My Lord, sei que talvez Tu sejas o único amigo verdadeiro. O mundo caminha para a autodestruição, como uma contagem regressiva.

Mas ao Teu lado tudo fica bem. Confio em Ti. Escuta o meu clamor. Alivia esta dor e esta solidão que habita em mim. Meu “eu” chora e clama por paz, por preenchimento neste vazio que domina o meu interior.

Vem depressa, Senhor, vem me salvar.

Autor: Jhonatan Welinto De Souza

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Provérbios Cap. 7 | NAA1 Meu filho, guarde as minhas palavras

1 Meu filho, guarde as minhas palavras e conserve os meus mandamentos em seu coração. 2 Observe os meus mandamentos e você viverá; guarde a minha lei como a menina dos seus olhos. 3 Amarre-os aos dedos, escreva-os na tábua do seu coração. 4 Diga à Sabedoria: “Você é minha irmã”; e ao Entendimento: “Você é meu parente.” 5 Eles o guardarão da mulher imoral, da estranha que lisonjeia com palavras. 6 Porque da janela da minha casa, olhando pela grade, 7 vi entre os ingênuos, e descobri entre os jovens um que não tinha juízo. 8 Ele ia e vinha pela rua junto à esquina da mulher estranha e seguia o caminho da casa dela, 9 no crepúsculo, ao anoitecer, na escuridão da noite, nas trevas. 10 Eis que a mulher lhe saiu ao encontro, com roupas de prostituta e astúcia no coração. 11 É espalhafatosa e inquieta; os seus pés não param em casa. 12 Ora está nas ruas, ora, nas praças, espreitando por todos os cantos. 13 Ela agarrou o jovem e o beijou; e com o maior descaramento lhe disse: 14 “Eu tinha de oferecer sacrifícios pacíficos; hoje paguei os meus votos. 15 Por isso, saí ao seu encontro; vim procurá-lo, e agora o encontrei! 16 Já cobri de colchas a minha cama, de linho fino do Egito, de várias cores. 17 Já perfumei o meu leito com mirra, aloés e cinamomo. 18 Venha, vamos nos embriagar com as delícias do amor, até o amanhecer; gozemos amores. 19 Porque o meu marido não está em casa; saiu de viagem para longe. 20 Levou consigo uma bolsa cheia de dinheiro; não voltará para casa antes da lua cheia.” 21 Ela o seduziu com as suas muitas palavras, com as lisonjas dos seus lábios o arrastou. 22 E, num instante, ele a seguiu, como um boi que vai para o matadouro; como um animal que corre para a armadilha, 23 até que uma flecha lhe atravesse o coração. Ele era como a ave que corre para dentro do alçapão, sem saber que isto lhe custará a vida. 24 Agora, meu filho, escute o que eu digo e dê atenção às palavras da minha boca. 25 Não deixe que o seu coração se desvie para os caminhos dessa mulher, e não ande perdido nas suas veredas. 26 Porque a muitos ela feriu e derrubou; e são muitos os que por ela foram mortos. 27 A casa dela é caminho para o abismo e desce para as câmaras da morte.

Autor: Deus

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Ezequiel Cap. 47 | NAA1 Depois disto, o homem me fez voltar à entrada do templo.

1 Depois disto, o homem me fez voltar à entrada do templo, e eis que água saía de debaixo do limiar do templo e corria na direção do leste. Porque a fachada do templo dava para o leste. A água vinha de debaixo do lado direito do templo, do lado sul do altar.
2 Ele me fez sair pelo portão do norte, para dar uma volta por fora, até o portão exterior, que dá para o leste; e eis que a água borbulhava do lado direito.
3 O homem saiu para o leste, tendo na mão um cordel de medir. Mediu quinhentos metros e me fez passar pela água, que me dava pelos tornozelos.
4 Mediu mais quinhentos metros e me fez passar pela água, que me dava pelos joelhos. Mediu mais quinhentos metros e me fez passar pela água, que agora me dava pela cintura.
5 Mediu ainda outros quinhentos metros, e era já um rio que eu não podia atravessar, porque as águas tinham crescido. Eram águas em que se podia nadar, um rio pelo qual não se podia passar andando

Autor: Jhonatan Welinto De Souza

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1° Qualidade moral de Deus – Santidade 

Há dois aspectos básicos na santidade de Deus.  O primeiro aspecto é sua singularidade. Ele está totalmente separado de toda a criação. É o que Louis Berkhof chama “majestade-santidade” de Deus.6 A singularidade de Deus é afirmada em Êxodo 15:11:  Êxodo Cap. 15 | ARC 11 Ó Senhor, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu, glorificado em santidade, terrível em louvores, operando maravilhas? “Ó SENHOR quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu, glorificado em santidade, que  operas maravilhas?” Isaías viu o Senhor “assentado sobre um alto e sublime trono”. As bases do limiar tremeram e a casa ficou cheia de fumaça. Os serafins clamavam: “Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos” (Isa. 6:1-4).  Isaías Cap. 6 | ARC 1 No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e o seu séquito enchia o templo. 2 Os serafins estavam acima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobriam o rosto, e com duas cobriam os pés, e com duas voavam. 3 E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. 4 E os umbrais das portas se moveram com a voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Meio:  A palavra hebraica para “santo” (qãdõsh) significa  “marcado” ou “removido do uso comum, ordinário”. O verbo da qual ela deriva sugere “cortar” ou “separar”. Embora o adjetivo santo fosse livremente aplicado a objetos, ações e pessoas envolvidas no culto nas religiões dos povos em tomo de Israel, era usado com muita liberdade em relação à própria Divindade no culto da aliança de Israel. Êxodo Cap. 15 | ARC 11 Ó Senhor, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu, glorificado em santidade, terrível em louvores, operando maravilhas? 12 Estendeste a tua mão direita; a terra os tragou. Segundo aspecto é sua absoluta pureza ou bondade. Isso significa que ele não é atingido nem manchado pelo mal que existe no mundo. Ele não participa do mal em sentido algum. Observe como Habacuque 1:13  Habacuque Cap. 1 | ARC 3 Por que razão me fazes ver a iniquidade e ver a vexação? Porque a destruição e a violência estão diante de mim; há também quem suscite a contenda e o litígio. dirige-se a Deus: “Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a opressão não podes contemplar”. Tiago 1:13  Tiago Cap. 1 | ARC 3 sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência. Fim: afirma que Deus não pode ser tentado pelo mal. Nesse sentido, Deus é totalmente diferente dos deuses de outras religiões. Tais deuses com frequência se envolviam nos mesmos tipos de atos pecaminosos de seus seguidores. Jeová, entretanto, é livre de tais atos. A perfeição de Deus é o modelo para nosso caráter moral e a motivação para a prática religiosa. Todo o código moral procede de sua santidade. O povo de Israel ouviu: “Eu sou o SENHOR, vosso Deus; portanto, vós vos consagrareis e sereis santos, porque eu sou santo; e não vos contaminareis por nenhum enxame de criaturas que se arrastam sobre a terra. Eu sou SENHOR, que vos faço subir da terra do Egito, para que eu seja vosso Deus; portanto, vós sereis santos, porque eu sou santo” (Lev. 11.44,45).  Levítico Cap. 11 | ARC 44 Porque eu sou o Senhor, vosso Deus; portanto, vós vos santificareis e sereis santos, porque eu sou santo; e não contaminareis a vossa alma por nenhum réptil que se arrasta sobre a terra. 45 Porque eu sou o Senhor, que vos faço subir da terra do Egito, para que eu seja vosso Deus, e para que sejais santos; porque eu sou santo. Um ponto de repetida ênfase na Bíblia é que o crente deve ser como Deus. Desse modo, porque Deus é santo, os que são seus seguidores também devem ser santos.  Deus não é apenas pessoalmente isento de toda perversidade ou mal. Ele é incapaz de tolerar a presença do mal. É como se ele fosse alérgico ao pecado.

Autor: Jhonatan Welinto De Souza

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Você sabia que para alcançar o coração do homem, Deus já vestiu a forma de um anjo?

“O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor Do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas”. E mais, ele não é destrutível, ao contrário da natureza material. Existem, é claro, numerosas passagens que dão a entender que Deus possui aspectos físicos, tais como mãos e pés. Como entender tais referências? Parece melhor compreendê-las como antropomorfismos, tentativas de expressar a verdade acerca de Deus por meio de analogias humanas. Também há casos em que Deus apareceu em forma física,  especialmente no Antigo Testamento. Esses casos devem ser entendidos como teofanias ou manifestações temporárias de Deus. Parece melhor entender literalmente as afirmações claras acerca da espiritualidade e invisibilidade de Deus e interpretar os antropomorfismos e as teofanias de acordo. com elas. Aliás, Jesus mesmo indicou claramente que um espírito não possui carne nem ossos (Luc. 24:39). Lucas Cap. 24 | ARC 39 Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; tocai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho

Autor: Jhonatan Welinto De Souza

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A segunda dimensão da pureza moral de Deus é sua retidão

Isso é algo como a santidade de Deus aplicada a seu relacionamento com outros seres. A retidão de Deus significa, acima de tudo, que a lei de Deus, sendo expressão fiel de sua natureza, é tão perfeita quanto ele. O Salmo 19.7-9

Salmos Cap. 19 | ARC

7 A lei do Senhor é perfeita e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos símplices.

8 Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro e alumia os olhos.

9 O temor do Senhor é limpo e permanece eternamente; os juízos do Senhor são verdadeiros e justos juntamente.

Afirma isso da seguinte maneira: “A lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma; o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro e ilumina os olhos. O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre; os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente justos”. Em outras palavras, Deus só ordena o que é correto e o que, portanto, terá um

efeito positivo sobre o crente obediente.

Trejeitos- maneira de ser, de agir, de falar. Pegar o trejeito de alguém, mas Deus não pega o trejeito de ninguém. Nós quem devemos pegar o trejeito de Deus.

Autor: Jhonatan Welinto De Souza

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Você faz parte de mim

A rosa é bela como você,
e eu sou os espinhos,
não para ferir,
mas para nunca deixar de fazer parte de ti.
Você é o sol que me ilumina,
e eu sou as nuvens
que te guardam quando o cansaço chega.
Eu sou o peixe,
e você é o mar onde nado.
Eu sou o padre,
e você é a igreja.
Eu sou a árvore,
e você é o fruto.
Eu sou a mina,
e você é a terra de onde preciso sair.
Eu sou o dinheiro,
e você é o banco.
Eu sou a música,
e você é a cantora.
Eu sou a hora,
e você é o relógio.
Eu sou o livro,
e você é quem me escreve.
Eu sou o frio,
e você é o inverno.
Eu sou o verão,
e você é o calor.
Eu sou o outono,
e você são as folhas que caem,
avisando a minha chegada.
Você é a menina evangélica,
e eu sou o pregador
que anuncia a Palavra a você.
Você é a grama,
e eu sou a flor
que precisa de ti para nascer e crescer.
Eu sou o aluno,
e você é minha professora.
Eu sou o alimento,
e você é a fonte.
Porque eu preciso de você
para viver e ser feliz.
Você é a única garota que eu amo
e sempre amarei.
Você é a chave da minha felicidade.

Autor: Jhonatan Welinto De Souza

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2° atributo de Deus – Vida 

Vida Outro atributo de grandeza é o fato de Deus estar vivo. Ele é caracterizado pela vida. Isso é afirmado na Escritura de várias maneiras. É encontrado na afirmação de que ele é. Seu próprio nome “Eu Sou” (Êxo. 3:14)  Êxodos Cap. 3 | ARC 14 E disse Deus a Moisés: Eu Sou o Que Sou. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: Eu Sou me enviou a vós. Indica que ele é um Deus vivo. Também significa que a Escritura não discute sua existência. Ela simplesmente a afirma ou, com maior frequência,  simplesmente a pressupõe. Hebreus 11:6  Hebreus Cap. 11 | ARC 6 Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam. Afirma que “é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam”. Desse modo, a existência é vista como um dos aspectos mais básicos de sua natureza. Essa característica de Deus é proeminente no contraste muitas vezes traçado entre ele e outros deuses. Ele é descrito como o Deus vivo, em contraste com objetos inanimados de metal ou pedra. Jeremias 10:10  Jeremias Cap. 10 | ARC 10 Mas o Senhor Deus é a verdade; ele mesmo é o Deus vivo e o Rei eterno; do seu furor treme a terra, e as nações não podem suportar a sua indignação. Refere-se a ele como o Deus verdadeiro, o Deus vivo, que controla a natureza. “Os deuses que não fizeram os céus e a terra”, por ·sua vez,”desaparecerão da terra e de debaixo destes céus” (v.11).  Jeremias Cap. 10 | ARC 11 Assim lhes direis: Os deuses que não fizeram os céus e a terra desaparecerão da terra e de debaixo deste céu. Meio: Em 1 Tessalonicenses 1:9 I Tessalonicenses Cap. 1 | ARC 9 porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir ao Deus vivo e verdadeiro Traça-se um contraste similar entre os ídolos que os tessalonicenses haviam deixado e “o Deus vivo e verdadeiro “.Esse Deus não apenas possui vida, mas possui um tipo de vida diferente da vida de todos os outros seres vivos. Enquanto todos os outros seres vivos têm sua vida em Deus, ele não deriva sua vida de nenhuma fonte externa. Nunca se diz que ele tenha sido trazido à vida. João 5:26 diz que ele tem a vida em si mesmo. O adjetivo eterno é com frequência aplicado a ele, dando a entender que nunca houve um tempo em que ele não existia. Além disso, lemos que “no princípio”, antes que qualquer outra coisa viesse a existir,  Deus já, existia (Gên. 1:1).  Gênesis Cap. 17 | ARC 1 Sendo, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o Senhor a Abrão e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda em minha presença e sê perfeito. Fim: Portanto, ele não podia ter derivado sua existência de alguma outra coisa. E mais, a continuação da existência de Deus não depende de nada externo a ele mesmo. Todos os outros seres, enquanto estão vivos, precisam de alguma coisa: alimento, calor, proteção para manter essa vida. Com Deus, entretanto, não há indício de tal necessidade. Pelo contrário, Paulo nega que Deus precise de alguma coisa, ou seja, servido por mãos humanas (At 17.25). Atos Cap. 17 | ARC 25 Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas;